Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Porto Seguro - Quinta-feira, 04 de Dezembro de 2008 às 16:31
Ainda em novembro, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Porto Seguro dará início as obras do Parque Municipal do Rio da Vila, primeiro parque urbano do município, que será construído às margens do histórico rio onde Cabral abasteceu suas naus na época do Descobrimento do Brasil.
Localizado em uma área de aproximadamente 150 hectares, distante um quilômetro do centro da cidade, a implantação do parque se dará em três etapas, em um prazo aproximado de um ano.
A primeira etapa contempla a construção de um portal em eucalipto tratado, bambu e piaçava, além de estacionamento, guarita, sanitários, administração, lanchonete, quiosques para descanso e um quiosque central para apresentações culturais e atividades de educação ambiental. Também será construída uma passarela suspensa de 270 metros de comprimento, por onde os visitantes poderão observar as criações de guiamum, sem impactar o meio ambiente.
“O projeto também inclui a instalação de um viveiro para produção de aproximadamente 50 mil mudas por ano, criação de trilha ecológica e recuperação de áreas degradadas”, explica Ruben Zaldivar, secretário do Meio Ambiente de Porto Seguro, informando que a Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) já está trabalhando na captação dos esgotos, o que limpará gradualmente o rio.
As segundas e terceiras etapas incluem o estudo dos afluentes do rio, recuperação de uma extensão maior de áreas degradadas, negociação com residências estabelecidas no parque e parcerias com ONGs (organizações não-governamentais) para estudos no local.
De acordo com Zaldivar, este projeto é uma iniciativa do próprio prefeito Jânio Natal e será feito com recursos próprios, atendendo a uma demanda da comunidade, que solicita o resgate da memória de Porto Seguro em um local agradável, proporcionando lazer para os moradores, turistas, adultos e crianças.
“O Rio da Vila faz parte da história de Porto Seguro que queremos resgatar, pois os moradores antigos usavam-no para pegar água e, depois, como uma área de lazer. Além disso, será uma nova opção turística, agregando valor aos atrativos naturais de nosso destino”, concluiu.